Resenha Crítica – “O Homem Que Era Super-Homem” (2008)

Suave e intenso. Palavras totalmente opostas encontram um lugar para residir no filme “O Homem Que Era Super-Homem”. A obra, de 2007, dirigida por Jeong Yun-cheol surpreende nas sensações que causa no telespectador: risadas e lágrimas se misturam de uma hora para outra. Com uma história extremamente criativa – ao mesmo tempo em que simples – é possível se impressionar com cada segundo do longa. A trama gira em torno da relação entre uma repórter que se encontra em crise profissional, cansada daquilo que faz, e de um desconhecido que diz ser o Super-Homem – e acredita completamente nisso. Neste homem, a jornalista vê um motivo para se libertar da realidade e preencher o vazio da vida com imaginação. Porém, ela descobre que o “Super-Homem” esconde uma história repleta de emoção, bloqueada por sofrimento do passado.

Com uma linha de raciocínio bem simples de seguir, pode-se interpretá-lo da maneira que quiser, definindo que tipos de “finais” você pode assistir. De fato, o filme brinca com a imaginação do telespectador, porém, no final das contas, vemos que a realidade toma seu lugar de maneira única, suave e intensa.

TRAILER:


Uma resposta em “Resenha Crítica – “O Homem Que Era Super-Homem” (2008)

  1. Gostei do blog, pois traz um bom conteúdo inicial sobre filmes. Não sou muito de assistir pq não tenho tempo e com essas resenhas fiquei por dentro das histórias.
    Texto fácil e explicativo.

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